Conteúdo Relacionado
- Abaixo da Superfície
- Limites das Placas e Criação de Montanhas
- Limites das Placas e Terremotos
- O Anel de Fogo
- Tsunami
- Mais Terremotos, Mas Por Que Não Tsunamis?
- O Tsunami Asiático no Sri Lanka: Uma Experiência Pessoal
- História Geológica da Terra (animação)
- Interações com os Limites da Placa (animação)
- Epicentros do Terremoto (animação)
- O Tsunami Asiático, 26 de dezembro de 2004 (animação)
- Simulador de Tsunamis (animação)
- Glossário e Referências
Terra - Um Planeta Vivo
A Terra é um planeta vivo. Há atividade ocorrendo constantemente não apenas na superfície, mas também lá dentro, embaixo de nossos pés. Não sabemos exatamente como nosso planeta funciona. Comparado à idade do universo, a quantidade de tempo que estudamos a Terra é muito curta. Temos teorias sobre como os continentes se formam e se alteram, mas o escopo dos testes de tais teorias é muito amplo para ser realista. Continuamos estudando as evidências, mas não somos capazes de provar nenhuma teoria. Continua sendo uma dúvida.
Emilie Beuzelin
Geofísica
As linhas costeiras da África e da América do Sul se encaixam como peças de um quebra-cabeças. Essa é uma das evidências que apoiam a teoria da deriva continental.
Ao longo da história, diversas teorias tentaram explicar o comportamento e a evolução da Terra. A mais convincente delas, amplamente aceita pelos cientistas, é a teoria das placas tectônicas.
|
Clique sobre a imagem para ver uma história animada da Terra, de 600.000.000 de anos no passado a 200.000.000 anos no futuro. |
Alfred Wegener, geólogo e meteorologista alemão, estudou o encaixe entre as costas da África e da América do Sul. Ele observou que os fósseis eram semelhantes nos dois lados do Atlântico. Em 1912, ele propôs a teoria da deriva continental. Segundo a teoria dele, os dois continentes outrora foram um só.
Nos anos seguintes, a teoria da deriva continental foi refinada e se tornou a teoria das placas tectônicas. Os cientistas estudaram como fósseis de plantas e animais estão dispersos pelo mundo. Eles aprenderam mais sobre a natureza do leito oceânico e sobre a distribuição de vulcões e terremotos, além de terem adquirido novas informações sobre o antigo magnetismo terrestre e sobre o fluxo de calor do interior da Terra.


